17 de abril de 2016

A Tailandia pelos meu olhos

Verdade que fiz um video sobre a Índia o ano passado e fui brutalmente honesta sobre o que há para ver. Há beleza e miséria. No entanto sei que gostaram de saber a minha opinião sobre aquele pais pelo que aproveito e replico o mesmo tipo de publicação sobre a Tailândia, novamente brutalmente honesta.

Como seria de esperar fiz esta viagem com o meu melhor companheiro de aventuras, o meu namorido, e de mochila ás costas, acho que a Ásia é para se conhecer palmilhando e falando com os seus habitantes. E por muito fantástico que seja um resort de 5 estrelas aquele pedaço de terra nunca reflecte as suas gentes, cheiros e cultura. 

Assim sendo parti para Bangkok dia 16 de Março, sendo que só cheguei no dia 17 de Março, e passei imediatamente para outro aeroporto onde apanhei o voo para a minha primeira cidade Tailandesa, Chiang Rai, nada turística, longe da loucura das praia e do turismo sexual Chiang Rai foi óptima para começar e recuperar o jet lag (sim, estava a bater).


Templo Branco Chiang Rai

Aqui a grande atracção é o templo branco que, sendo moderno e ainda estando a ser construído, é qualquer coisa de muito interessante e diferente de tudo aquilo que vimos durante as nossas duas semanas e meia na Tailândia. 

Próximo destino Chiang Mai ou, como eu lhe chamaria, Bangkok 2. Uma cidade em forma de quadrado onde os mercados nocturnos fizeram as minhas delicias. Aqui sim há vida nocturna (mas eu e o namorido somos uns velhos e não alinhamos em nada dessas farras). Ainda de ressalvar que na cidade existem mais de 300 templos portanto, é caso para dizer que, uma igreja por povoado é para meninos porque os budistas têm tempos em tudo quanto é canto. 
Em Chiang Mai, no parque natural de Doi Suthep, fica um dos mais importantes templos do budismo. Foi exactamente nesta montanha onde fizemos uma caminhada até aos 1400m de altitude e a consequente descida em Downhill onde a minha pessoa ficou nesta linda figura!




Já com os olhos em bico de ver budas (ah ah piadinha) apanhamos o avião para Phuket com destino final "Koh Lanta" uma ilha a sul das Phi Phi (para minha surpresa lê-se pi pi e não fi fi) que conjuga as maravilhas do mar Adamão com o sossego de uma ilha de hippies. Aqui andámos de scooter, que é daquelas coisas que tem de se fazer na Ásia, e percorremos as praias todas, um mergulho de cada vez. 

(macaco que nos roubou pão na praia em Au Nuy)

De regresso a Bangkok mas antes uma noite na Koh Phi Phi Don (que é a pipi maior). A beleza natural da ilha é de facto espectacular mas o publico que atraí é algo tipo albufeira, ou Lloret, 23h e havia adultos a saltar à corda na praia para ganhar shots grátis... não!







Finalmente em Bangkok. É sem duvida uma cidade que vale a pena. Ficámos alojados na chinatown (melhor decisão de sempre!) Bangkok é enorme e todos os transportes públicos são uma ajuda para conseguir ver tudo. Tínhamos 3 dias e meio que foram suficientes para ver as principais atracções e ainda desfrutar da cidade. Esta é a capital das falsificações: sapatos, malas, carteiras, relógios... e até maquilhagem (MEDO!!!) há de tudo para todos os gostos e com os mais variados preços!



A Tailândia transmite uma sensação de segurança que nem Lisboa consegue. Bangkok, sendo a maior cidade e a mais insegura, permitiu-me passeios nocturnos por uma zona "pouco própria" com imenso à vontade.

De tudo, adorei a comida! Adorei poder comer a qualquer hora, em qualquer lugar... mas sempre na rua. Claro que nós já tínhamos a experiência da índia e por isso conseguimos facilmente comer nos "tascos" tailandeses que, comparativamente com os padrões de Ásia que tínhamos anteriormente, eram limpos!
Salada de papaia

Manga com arroz pegajoso - a sobremesa de eleição

Sopa de Noodles


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