14 de janeiro de 2015

Pindérica e a Alteração de Morada - O fim do drama

 Após uma manhã frustada de tentativas inglórias de alterar a minha morada saí de casa com motivação redobrada e rumei ao campus da justiça para alterara a morada do cartão de cidadão. Ora a verdade é que alegadamente poderia faze-lo no conforto do meu lar, mas para isso seria necessário um leitor do chip do cartão, artefacto que não detenho.

Chegada ao campus da justiça há que estacionar ( e pagar à emel) e esperar. O serviço é rapido e em 40 minutos as 20 pessoas à minha frente foram despachadas e chegou a minha vez. Ia eu com comprovativos de morada e etc quando , para meu espanto, para alterar a morada basta darr a morada nova. Parece bom demais? Sim, é!

Então o procedimento é: pede-se a alteração de morada, é enviado um codigo de alteração de morada para a mesma, quando o codigo chega vai-se novamente ao registo para confirmar a morada. Ou seja, na realidade o processo demorou, no meu caso, duas semanas.

Avancemos então duas semanas e picos, para dia 12/01,dia a que me dirigi aos serviços para confirmar a morada, processo tão idiota que na minha opinião, este sim, deveria ser feito on-line, já que basta inserir o codigo recebido via correio e, em menos de 1 minuto, a morada do registo fica alterada. Um grande bem haja para o atendimento do campus da justiça que apenas encerra às 19h.

Com o cartão de cidadão em ordem tive a clareza de espirito de ligar à emel e esclarecer se afinal era mesmo precisa a carta de condução, já que me tinha constado que essa demoraria 6 meses, parece que a carta é mesmo necessária no pedido on-line mas se fosse presencialmente poderia ser utilizado o cartão de cidadão. Peguei nos meus tarecos e rumei à loja da emel mais perto de casa.

Isto já eram 19h quando cheguei à dita loja, que fecha às 20h, abençoada! Aguardei mais 40 minutos e, apesar do funcionario ter torcido o nariz quando lhe disse que a morada apenas constava no cartão de cidadão, (como se esta gente fosse toda muito compridora) lá verificou tudo, deu-me a minha zona de residencia e ajudou-me a escolher outra zona (infelizmente obrigatoriamente contigua) onde posso estacionar "gratuitamente" (ou digamos por 12€/ano).

Fiquei com um respeito renovado pelos trabalhadores da EMEL porque fui bastante bem atendida quer telefonicamente quer presencialmente e, apesar de ser uma entidade universalmente odiada, sobre as pessoas que ali trabalham nada tenho a apontar (pelo contrário, tem uma paciencia de santos para as bestas que apanham).

Ficou assim resolvido o drama, 3 semanas depois de ter iniciado, e o selo de residente já figura orgulhosamente no meu para brisas de lisboeta.

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Notas

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