29 de setembro de 2011

Pêlo ou não pêlo?


Oi pindéricas,

Como todas sabemos os casacos e coletes de pêlo estão na moda, mas quando comprarem um destes itens pensem primeiro nas implicações por trás daquele objecto.

Eu confesso que neste aspecto não sou santa mas gostava de partilhar a minha opinião sobre o tema: "Pele sim, Pêlos não". Eu confesso que gosto de uns bons sapatos de pele e ninguém me separa do meu belo blusão de pele. Mas a questão é, é pele, não é pêlo...

E vocês respondem "Mas é um animal à mesma" sim, é verdade mas a violência exercida sobre os animais de forma a extrair o pelo sem o danificar é horrível.

A extracção da pele de um animal faz-se num matadouro, e muitos dos artigos de pele comprados em Portugal   (principalmente em lojas especializadas), estas peles são obtidas em território nacional sujeitas à legislação nacional e europeia. A pele (exceptuando peles exóticas) é normalmente de vacas, porcos, ovelhas e outros animais que posteriormente são usados para alimentação.

A extracção de pêlo é um processo que idealmente seria químico, no entanto este é raro. A maior parte do pelo usado pelo mundo é produzido na china e os animais são criados em "Quintas de Pêlo" e mortos apenas com a intenção de serem esfolados. Assim são mortos através de electrocussão, sangramento ou apenas esfolados vivos, visto que não serão consumidos e como tal não estão sujeitos a normas de higiene. Os animais selvagens para a produção de pêlo são normalmente apanhados em armadilhas colocadas nos seus habitats, indiscriminadamente, potencialmente ferindo e apanhando espécies em vias de extinção.

Eu confesso, cá em casa existe um casaco de pêlo de coelho comprado à 30 anos, e cada vez que eu olho para ele não consigo evitar pensar, como morreram aqueles animais...

Quando fizerem a vossa compra, lembrem-se os pelos falsos são mais acessíveis e menos cruéis. E os de boa qualidade são quase imperceptíveis...

Deixo-vos algumas campanhas de entidades com a PETA que abordam o tema de uma forma provocadora.




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